She’s all that!

Em homenagem ao filme dos anos 90, ninguém merece tanto esse título quanto Blake Lively. Ela é talentosa e bem humorada, sem contar os 1,78m de beleza. Não a toa o papel de Serena van der Woodsen coube como uma luva para ela. Blake tem motivos de sobra para fazer inveja, mas é impossível. Há muito mais motivos para ama-la.

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Ela é a mais nova de 5 filhos, numa família em que quase todo mundo atua ou dirige alguma coisa. Seus irmãos são sempre coadjuvantes nas histórias mais engraçadas que conta nas entrevistas, como a vez em que foi levada para a prisão da Disney e banida de visitar o parque por um ano porque ela e o irmão, na saída do parque, transferiam os carimbos para as pessoas do lado de fora poderem entrar sem pagar.

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Quem vê Blake nas entrevistas se apaixona na hora por seu carisma. Ela é incrivelmente bonita, mas ao mesmo tempo tem o pé no chão e está sempre sorrindo. Ela morre de amores por sua cadelinha, Penny, uma mistura de maltês com poodle que ela carrega para todo lugar, inclusive sets de filmagem. Já foi garota propaganda da Chanel e da Gucci e é BFF de Christian Louboutin, de quem vira e mexe recebe, em casa, todos os sapatos das novas coleções!

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Aliás, Blake gosta de moda e dispensa personal stylist. Ela conta que ela mesma gosta de escolher o que vai vestir em cada ocasião. É uma fofa ou não é? Além disso é extremamente discreta e ligada à família, e casou-se com Ryan Reynolds numa cerimônia para 70 pessoas escondida da mídia, na linda Boone Hall Plantation. A decoração foi simples mas impecável, por Martha Stewart, e confesso que é exatamente assim que sonho com meu casamento.

Blake é realmente tudo isso. Tem como não se apaixonar?

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Por que Budapeste vai entrar pra sua lista de lugares para conhecer

A capital húngara é parada obrigatória no Leste Europeu. Muitos brasileiros que visitam a Europa deixam a cidade fora de seus roteiros, mas Budapeste tem mil e um motivos para entrar na lista nas suas próximas férias. Você vai amar porque:

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Budapeste é linda. A cidade divide-se em Buda e Peste, cada uma de um lado do Danúbio, e já foi apelidada de Paris do Leste Europeu. É linda durante o dia, e de tirar o fôlego durante a noite. Como quase todas as cidades européias, você vai aproveitar melhor se for no verão, quando as temperaturas sobem e permitem passeios ao ar livre. Aliás, Budapeste é uma cidade que dá para conhecer – em boa parte – a pé.

De história a boas festas, ela oferece quase tudo. A cidade é lotada de gente jovem, a noite é uma das mais animadas da Europa (o Szimpla Kert é o bar mais diferente que você vai visitar na vida!) mas tem um lado histórico que não dá pra deixar de lado. Uma visita ao Castelo, que oferece uma das vistas mais bonitas da cidade, um passeio noturno pelo Parlamento e uma volta pelo centro – incluindo aí uma visita à Basílica de São Estevão – são obrigatórios. Outra parada obrigatória? As termas!

Captura de Tela 2013-08-28 às 08.49.02As famosas termas de Budapeste, e as escadas do Szimpla Kert.

 

As termas de Budapeste são muito famosas e o programa ideal para quem quer um dia relaxante. Ou uma noite animada – depois das 23h algumas termas abrem para festas aos Sábados.

E o que torna Budapeste ainda mais atraente? O preço. É uma das capitais mais baratas da Europa, onde você pode comer bem, fazer passeios e sair à noite sem gastar quase nada. Sem falar nas acomodações, muito mais acessíveis. Para quem faz o roteiro Londres-Roma-Paris é um alívio, uma vez que os gastos nessas outras cidades são incomparáveis.

E aí? Pronta para colocar Budapeste no roteiro? Dou a minha palavra, você com certeza vai querer voltar.

Minha próxima dica de viagem será Berlim. Então respirem fundo porque vai ser impossível resumir muito aquela que é, na minha opinião, a capital mais amada da Europa.

3 coisas que você precisa saber sobre Entrevistas de Emprego!

Quantas bolinhas de golf existem na Flórida? Como você resolveria um problema se você fosse de Marte? Como testaria um elevador? Me conte uma piada.

Parece mentira, mas essas são perguntas reais de entrevistas de emprego nas empresas mais concorridas do mundo. Google, Facebook, Apple e McKinsey são só algumas delas. Aí você finalmente consegue ser chamada para uma entrevista, escolhe a roupa, pensa até na cor do esmalte, aprende todo o histórico da empresa, faz uma lista de qualidades e defeitos, chega lá na hora e… Faz o quê diante de uma pergunta dessas?

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1. Fique fria. Porque a primeira coisa que os entrevistadores vão analisar é sua reação às perguntas. Eles estarão prestando atenção a tudo antes mesmo que você comece a abrir a boca. Relaxe e não demonstre sinais de nervosismo. A maneira a qual você lida com aquilo que não sabe ou não está preparada para lidar, para eles, diz muito sobre quem você é e que tipo de profissional será.

2. Saiba que, por trás da pergunta, há um real motivo. Eles querem a resposta que você nem sabe que está dando. Quando perguntam quantas bolinhas de golf existem na Flórida, eles querem saber da sua capacidade de raciocínio. Não esperam que você dê a resposta exata (210.000.000, mas quem está contando?) e sim que você tenha um raciocínio lógico – e plausível – para chegar lá. Quando pedem que você conte uma piada eles querem saber seu nível de improviso, se você reage bem a algo inesperado. Então se tiver que contar uma piada, faça o favor e não se leve muito a sério.

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3. Tudo é uma questão de exercício. Sim, essas perguntas são feitas para pegar você de surpresa, porque não tem gerente nesse mundo que ainda aguente ouvir “sou perfeccionista” ao perguntar qual o seu maior defeito. A maioria dos candidatos chega com respostas prontas a perguntas mais prontas ainda, e por isso as brain-teasing questions são cada vez mais frequentes nas entrevistas de grandes empresas. A questão é que saber quantas bolinhas de golf existem na Flórida ou quantos postes de luz existem em São Francisco requer o mesmo tipo de raciocínio. O modo como você testaria um elevador ou uma torradeira, para o entrevistador, responde a uma mesma pergunta. Você citar 10 utilidades de um prego ou resolver um problema como um marciano também. Isso significa que, se você treinar responder várias dessas perguntas (seja com a sua mãe, seu cachorro ou sua tia-vó) as responderá com muito mais facilidade e naturalidade na hora da real entrevista.

E aí, quer mais? O site Business Insider (em inglês) traz essas e muitas outras perguntas de entrevistas que fazem você se perguntar cadê a câmera. A leitura é quase obrigatória para quem pensa em encarar uma seleção de Trainee ou uma vaga em multinacionais. E se você vai prestar concurso e acha que dessa você se livrou, dê uma chance à leitura mesmo assim. Porque é engraçado e porque vai que você fica sem saber o que perguntar no próximo encontro…

Do meu jeito

De uns tempos pra cá algumas pessoas vêm me perguntar porque eu não ando escrevendo tanto no blog, e se eu resolvi abandonar de vez. As coisas andavam tão corridas e eu andava tão sem vontade de escrever que realmente parei para pensar se desistia do blog. Mas a verdade é que eu amo isso aqui 🙂

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O blog começou, pouco mais de um ano atrás, como um lugar para falar das coisas que eu gosto, que na época se resumiam a moda e beleza. O tempo passou, vivi outras experiências e de repente me deu vontade de falar sobre várias outras coisas além disso, mas sentia que aqui não era o lugar apropriado. Continuei falando sobre moda, e percebi que o blog tinha virado muito mais uma obrigação com os outros do que algo prazeroso para mim.

Foi aí que percebi que eu queria escrever sim, mas sobre aquilo que tivesse vontade. Sobre escolhas profissionais, sobre comportamento, sobre viagens, e claro, sobre moda e beleza, por que não? Não quero limitar o blog, e a partir de hoje, com a bênção de vocês, vou passar a escrever sobre aquilo que quiser, do meu jeito. Acho que no fim a gente escreve bem melhor quando fala sobre aquilo que gosta.

ps: Ainda há milhares de blogs legais por aí para quem quiser estar sempre por dentro das últimas tendências de moda. Aqui vou falar sobre aquelas que gosto, dar dicas, mas esse não será sempre o assunto do blog. Ainda assim, espero que gostem!

A dieta pós-intercâmbio

Essa é uma das partes ruins de voltar pra casa. Além da readaptação, que é bem mais difícil que a adaptação, chega a hora de perder os quilos a mais ganhos nesse tempo fora. Conheço pouquíssimas pessoas que voltaram de um intercâmbio mais magras. Quando fui viajar já tinha em mente que ia engordar, pelo menos um pouco (não imaginei que seria tanto também haha mas faz parte!). Não quis me privar de provar nada, de comer nada que tivesse vontade, porque afinal quando voltasse para casa não ia poder mais comer as mesmas coisas. Sinto falta da comida de lá, e prefiro fazer dieta em casa do que passar um ano que é para ser de novas experiências me privando delas (experiências gastronômicas são uma das melhores partes, ué!).

Sou bem disciplinada quando o assunto é dieta, e por isso deixei pra fazer quando voltasse. Fazia exercícios na Alemanha, academia e corrida, mas isso só impediu que eu continuasse ganhando peso, porque perder mesmo, só comecei a perder aqui. E como é final de inverno e hora de começar a dieta para o verão, acho que esse post vai ajudar quem estiver precisando de uma motivada.

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Primeiro de tudo, exercite-se. Quando voltei me dei um prazo de uma semana para descansar e voltar à rotina, aos horários e recuperar o sono. Depois disso voltei para a academia e só pretendo sair quando sair de férias, no verão. Vou falar que academia é aquele mal necessário. Eu odeio, mas é o que traz os resultados mais rápidos, uma vez que une musculação e corrida (exercícios aeróbios em geral, eu prefiro correr) num lugar só. Se você faz alguma atividade física que ama, ótimo. Eu porque queria resultados rápidos e horário compatível com a minha agenda.

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Faça as trocas necessárias. Já fiz um post sobre isso aqui. Não adianta se exercitar e continuar com os hábitos alimentares de sempre. Se você quer resultados, precisa fazer um esforço. A primeira semana é a pior, mas depois o corpo acostuma e você começa a torcer o nariz para alimentos muito gordurosos ou calóricos. Troquei qualquer tipo de refrigerante e sucos artificiais por chá verde e água, troquei todos os lanches por iogurte light ou barra de cereal, cortei todos os doces e sobremesas durante a semana. O começo é difícil, mas depois vira hábito.

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A dieta começa no supermercado. Se você tiver em casa, dificilmente vai resistir. Então não compre. Parei de comprar chocolates, bolachas, bolos ou qualquer outro doce que sirva de lanche ou sobremesa. Auto-controle nessas horas é fundamental. Não cortei carboidratos nem no almoço nem na janta, que é pra não acabar caindo na tentação de me entupir de besteiras na hora da fome. Almoço e janto bem, mas mudei as proporções, aumentei proteínas e diminui as quantidades de carboidratos.

E a última dica é: não se prive. Aos finais de semana permita-se comer alguma coisa que gosta. Deixo para os finais de semana aquele hambúrguer delicioso ou aquela sobremesa que fiquei a semana inteira querendo comer. Se você se priva de tudo, a chance de escorregar na dieta é maior, por isso um dia de folga é o suficiente.

Com bastante disciplina e um pouco de motivação os resultados logo aparecem, e os quilos a mais viram só mais uma das lembranças do ano que passou.

Milkshakes & Felicidade

Esse post é sacanagem com você que está com fome, com você (eu) que está de dieta e com você que não está com vontade de cozinhar hoje. Só avisando.

Não acho que tenha nada nesse mundo que eu goste mais que uma boa lanchonete. Hambúrguer, batatas fritas e um milkshake para finalizar (ou começar, você é quem sabe). E em homenagem a esses lugares disfarçados de paraíso reuni em um só post os melhores lugares em que já comi por aí.

The Ladies – Esslingen, Alemanha

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O The Ladies entra aqui porque é meu restaurante preferido. Entendo a ironia de meu restaurante preferido ficar a um vôo de 10h daqui, mas se você passar pelo sul da Alemanha (Stuttgart e arredores), faça um favor a si mesmo e não deixe de ir. A comida é incrível, o lugar é super charmoso (evite os dias de calor intenso do verão), a música é dos anos 50/60 e o milkshake é o melhor que já tomei na face dessa Terra. E olha que já tomei muitos milkshakes na vida. Você pode pedir desde o famoso $ 5.00 Shake (aquele que Uma Thurman pede em Pulp Fiction, e que no The Ladies é uma mistura de baunilha, framboesas e smarties) até milkshake de Ben&Jerry’s (meu preferido é Strawberry Cheesecake). O preço é inacreditável, e uma refeição completa sai por volta dos 15 euros.

Schwartz’s Deli – Paris, França

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A Schwartz’s é um pedaço do céu no bairro cool do Marais, como já falei uma vez por aqui. Meio Delicatessen, meio Diner, o restaurante oferece as duas opções, e, apesar de você estar em Paris, eu indico escolher a Diner. O lugar é o caos americano no meio do Marais, as porções são enormes, as batatas são fritas à francesa e eles fazem milkshake de Oreo, o que dispensa demais explicações. Perfeito para ir aos finais de semana, já que o Marais é passeio obrigatório para amantes de bons achados em brechós, maquiagens (por lá estão as lojas únicas da Make Up For Ever, Bobbi Brown, Jo Malone e Diptyque) e marcas exclusivas.

Shake Shack – Nova Iorque, Estados Unidos (e vários outros pontos!)

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Provavelmente a lanchonete mais famosa do mundo, a Shake Shack tem diversas filiais pelos Estados Unidos, uma em Londres e algumas pelo Oriente Médio e Turquia. Ou seja, se você estiver fora do país dá para escolher. A do Madison Square Park é a mais famosa por ter sido a primeira, quando o negócio começou com uma barraquinha de cachorros-quentes. Como o próprio nome diz, além dos hambúrgueres, hot dogs e batatas fritas (eles têm aquelas frisadinhas, que são incríveis!) eles oferecem milkshakes para o lanche ficar completo, com novos sabores no cardápio de tempos em tempos. A lanchonete já foi cenário para filmes e em 2005 ganhou o prêmio de melhor hambúrguer da cidade.

The Fifties – São Paulo, Brasil (e outros pontos também!)

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Como nem tudo nessa vida é vôo internacional, minha primeira vez no The Fifties foi após um show em São Paulo. Não há nada melhor que matar a fome com hambúrguer e milkshake, por isso virou quase uma tradição comer por lá toda vez que vou à cidade. O ambiente é, assim como The Ladies, uma volta no tempo (aos anos 50, mais precisamente) e as porções são mais que suficientes para matar qualquer fome. As batatas são uma delícia e o milkshake de chicabon é pra ninguém botar defeito. O melhor de tudo é que, além de São Paulo e Rio de Janeiro, o The Fifties tem filiais em outras regiões do país, uma delas em Curitiba, que, vai, é logo ali.

Impossível que eu não tenha despertado fome em ninguém, mas eu avisei e juro que os fins foram informativos, para você não deixar de ir quando estiver em algum desses lugares. Sou tão apaixonada por hambúrguer e milkshake que ainda volto para morar na Alemanha e fazer do The Ladies o quintal da minha casa. Como curiosidade, tenho mania de pedir o milkshake junto com a comida, e não como sobremesa, o que às vezes me faz motivo de piadinhas na mesa . Mais alguém faz isso ou sou só eu?

Depois de um post desse tamanho, minha mãe acabou de me ligar pra me convidar pra comer sopa. Épracaba.

Auf Wiedersehen

Não vou dizer que parece que foi ontem. Não parece. Fazem 11 meses que deixei o Brasil, e por mais que a saudade bata às vezes, meu coração ainda tá vermelho, preto e dourado.

Em dois dias estou voltando para o Brasil, levando comigo um ano de experiências que mudaram minha vida de cabeça para baixo, da melhor maneira possível. Que me ensinaram não só a ver o mundo com outros olhos mas também a me ver com outros olhos, e descobrir a pessoa que eu sabia que existia dentro de mim, mas ainda não tinha encontrado.

Volto para casa feliz por ter passado por tudo isso, e triste por ter que deixar a Alemanha para trás, de certa maneira. Fiz amizades incríveis, conheci lugares indescritíveis, criei lembranças para uma vida inteira. Um intercâmbio realmente é uma vida em um ano, e não um ano na vida.

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Mas não to aqui para filosofar sobre tudo que passei nos últimos meses. To aqui para dar um único e exclusivo conselho: viaje. Abrace a oportunidade que aparecer, ou corra atrás dela se ela lhe parecer distante. Vá descobrir outros lugares, outras pessoas, outras comidas, outras músicas, outros hábitos. Vá respirar outros ares, entender outras culturas, ouvir outras opiniões. Cada minuto que você passar fora de casa vai para sempre fazer parte de quem você é.

Vale a pena. De uma maneira tão boa e esmagadora que é impossível colocar em palavras. Não sei porque não fiz isso antes. Com certeza quero fazer de novo. Volto para casa temporariamente, ainda tenho muito mundo pela frente, se Deus quiser. À Alemanha fica meu Auf Wiedersehen, um adeus que significa, literalmente, até ver de novo.

ps: Essa ausência sem precedentes do blog foi para aproveitar 100% o tempo que me restava aqui. Volto no Brasil ao ritmo normal, se tudo sair como planejado 😉