Numa ilha deserta

Esqueça Robert Pattinson, Ryan Gosling ou o modelo de cuecas da Calvin Klein. Se você pudesse levar somente 5 coisas para uma ilha deserta, o que você levaria?

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Por incrível que pareça andei me fazendo essa pergunta nos últimos dias. Obviamente a pergunta não é quem, e sim o que. Então apague a imagem de Ryan Gosling que ficou na sua cabeça desde o primeiro parágrafo e pense em 5 coisas que você não passaria um único dia sem. Essas são as minhas:

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1. Um bom shampoo. “A ilha é deserta e nem chuveiro você tem” perguntou a pessoa sem espírito poético que lê o blog. Mas cabelo bom é indispensável em qualquer situação, seja numa ilha deserta ou no seu primeiro encontro. Ninguém quer passar trabalho, muito menos estando de férias. Levaria o Root Awakening, do John Frieda, que custa 5 euros e muda minha vida toda vez que tomo banho.

2. Um bom produto para o after. Com proteção térmica, ainda por cima, porque como eu disse, cabelo bom não tem preço. O Root Lifter da Sally Hershberger é outro que não custa nada e funciona maravilhas. Não vivo sem.

3. Um bom protetor solar. Porque, afinal, é uma ilha deserta, e alguma coisa tem que fazer sentido nesse post. Esse Australian Gold Instant Bronze é milagroso e deixa uma cor linda, sem esforço e sem queimar. Depois que passei a usar nunca mais troquei de protetor.

4. Um bom hidratante corporal, para manter o bronzeado. Poderia ser qualquer um, mas o Rockin’ Body da Victoria’s Secret tem um brilho lindo e um cheiro maravilhoso.

5. A cor perfeita de esmalte. Sim, eu poderia ter escolhido um telefone celular, um laptop, conexão wireless ou os três volumes de 50 Shades of Grey, mas escolhi uma cor de esmalte. Levaria um esmalte para uma ilha deserta (porque a lista é minha e a indignação é sua). Foi a primeira vez na vida que acabei sozinha com um vidro de esmalte, e o Biquíni Vermelho, da Impala, é o vermelho mais fácil de passar e mais cara de verão e praia que conheço.

Pode parecer besta fazer uma lista de coisas para se levar para uma ilha deserta considerando que 1. eu poderia estar fazendo uma lista de homens e 2. não tenho nenhuma viagem sequer programada para uma ilha, muito menos deserta. Mas o blog é meu existe para falar sobre esses assuntos e é sempre legal pensar naquelas coisas sem as quais você – figurativamente – não viveria.

E se caso algum dia eu esbarrasse com Ryan Gosling numa ilha paradisíaca, estaria ao menos preparada.

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Sobre a arte das tatuagens

Taí uma coisa que nunca me interessou: tatuagens. Nunca tinha tido vontade de fazer uma, e a vida inteira achei que um corpo sem tatuagens era muito mais bonito. Até mais ou menos um ano atrás, quando me bateu uma vontade louca de fazer uma. Mas como assim?

Cheguei a comentar com algumas pessoas e a ir ao estúdio pronta para minha primeira tattoo, mas fui instruída pelo tatuador a voltar depois do intercâmbio, já que minha primeira passagem seria em Barcelona (= praia, sol, mar; uma combinação terrível para tatuagem recém-feita). E quando achei que ia desistir da ideia no meio do caminho, acabei com ainda mais vontade de fazer uma.

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O lugar já foi escolhido: nas costelas! Sim, já falei com uma porção de gente que tem tatuagem e todos me disseram que é o pior lugar para se fazer, pela dor (até o próprio tatuador me disse isso), mas não sosseguei. É lá que quero e é lá que vou fazer.

A segunda coisa que quero é que seja uma tatuagem delicada. Vi tantas por aí que até salvei como inspiração, uma mais legal que a outra. Salvo exceções, acho que mulheres combinam mais com tatuagens mais finas e menores, seja uma frase especial ou um desenho que signifique bastante (porque tatuagem sem significado é, na minha opinião, totalmente dispensável).

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Sim, eu poderia trabalhar mais no post e alongar o papo, mas a verdade é que não só não há muito o que se falar sobre a minha (futura) tatuagem como também hoje eu to numa preguiça infinita. Eu podia falar sobre homens, sobre cropped shirts (quem sabe numa próxima) ou sobre como se dão nomes esquisitos aos esmaltes, mas eu resolvi falar sobre tatuagem e enrolar o parágrafo inteiro sem ninguém perceber.

E por fim, se alguém por aí já fez ou pensa em fazer uma, conselhos são sempre bem vindos (menos aqueles sobre não se fazer nas costelas, porque eu mudo de opinião como eu mudo de hábitos alimentares, ou seja, praticamente nunca)