Feliz Natal!

Um pouquinho atrasado, admito, mas tá valendo…

Espero que tenham tido um Natal maravilhoso perto das pessoas que vocês amam, e que Papai Noel tenha trazido muitas bênçãos, paz, amor, saúde e felicidade, que é o que mais importa.

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Ontem saímos para jantar num lugar incrível, que com certeza entra num próximo post com dicas de Paris. Mas o presente mesmo veio hoje… Fomos assistir à missa de Natal na Notre Dame. Como esse ano foi o primeiro que passei fora de casa, não vi pinheiro decorado, presentes embaixo da árvore nem cantei Noite Feliz (e minha família faz isso to-do santo ano) então só senti que era Natal mesmo na missa de hoje. Emocionante. Saí da Igreja para uma noite linda de lua praticamente cheia, e esse foi sem dúvidas meu melhor presente desse Natal.

Não quero entrar muito naquele papo de que a gente esquece dos verdadeiros valores do Natal porque, né, muitas vezes a gente esquece mesmo e acontece. Mas não custa lembrar do real significado do dia de hoje, e entrar com ele no próximo ano.

Então um Feliz Natal para todas(os) vocês, e que 2013 seja um ano de muita luz. E maquiagens, que é para não perder o costume 😉

Cut Out

To escrevendo esse post de Paris – onde vim passar o fim de ano com a minha família ❤ – com a paciência de Madre Teresa de Calcutá, porque a internet aqui do hotel é mais lenta que uma tartaruga dopada.

Enfim.

Hoje vim falar da minha obsessão do momento. Preciso de uma peça assim no guarda roupa. E por precisar, é óbvio que é exagero, mas né?. Mulheres.

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Cut Out é o nome das peças de roupa com esse recorte, normalmente na altura da costela ou busto. Pode ser dos lados, no meio, nas costas, nos ombros, um pouco mais abaixo, na cintura, o importante é ter recorte. O que acho mais bonito – e que valoriza muito – é esse recorte na altura das costelas. Não é para qualquer uma, mas é um dos lugares mais democráticos para deixar à mostra.

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Já tinha visto vários modelos por aí, mas fiquei obcecada mesmo depois de ver esse Lolitta in-crí-vel. A própria Lo ajuda, mas o modelo é um dos mais bonitos que já vi. A primeira coisa que pensei foi na vontade absurda de ter esse vestido para mim. A segunda coisa que pensei foi em como ele é a cara da Lalá Rudge. Pensamento super estranho e um pouco afetado, mas depois que ela postou no Insta.gram que tinha comprado um vestido de ano novo, diria all  in que o vestido é esse, porque é a cara dela.

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Não sei porque cismei com branco, mas foi nessa cor que vi os vestidos que mais gostei. Acho que branco + recorte fica uma combinação legal, e para quem pode passar o ano novo de vestido #notme é uma boa opção. Se estivesse fazendo mais de 20˚C por aqui iria atrás de um vestido assim agoracomcerteza.

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Outro que achei uma graça.

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E mais outro. Só que eu teria pego leve. Nada de acessórios pretos ou batom rosa. Teria ido de cabelo solto, maquiagem natural e sapato nude.

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E pra não dizer que não falei das flores #zéramalho cores, olha elas aí. Acho que fica lindo também, mas se tivesse que escolher um modelo só… Sem dúvidas escolheria branco.

De preto não falei porque to vivendo nessa cor nos últimos meses e já deu, não aguento mais nem pensar nela. Mas fica legal também e é ótimo para noite.

No mais, volto daqui uns dias para dar um Feliz Natal e fazer uma lista de ano novo que nem eu nem você vamos cumprir, além de postar o que der na telha sobre moda e beleza por aqui. Ainda assim, também preciso de um tempo de folga para curtir minha família, matar as saudades e me afundar em batata frita e crepe de Nutella, que nunca é demais. 🙂

Au revoir

Pitch Perfect

Nunca dou muitas dicas de filme por aqui, mas assisti a esse segunda-feira e preciso recomendar porque amei.

Pitch Perfect é uma comédia que conta a história de Beca, uma menina que está entrando na faculdade e acaba se juntando a um grupo de música a capella. Não vou entrar em mais detalhes para deixar vocês assistirem ao trailer, que é muito mais legal que qualquer explicação minha. O filme já foi comparado por aí com Bring It On!, mas, sinceramente, achei ainda melhor e mais engraçado. As críticas são super boas também.

Um dos filmes mais legais a que assisti esse ano. Nada de trama caprichada ou super produção, mas é garantia de música boa e muita risada.

Espero que gostem!

Laura Mercier

Minhas desculpas já se esgotaram por aqui. Fim de semestre, quase fim de intercâmbio e entre estudar e aproveitar, o blog ficou mais parado que água de poça. 😦 Para me redimir, vim dar uma das melhores dicas que já dei por aqui.

Sou dessas que não consegue ficar com uma base a vida toda. Não consigo nem acabar com mais de um frasco de uma mesma base. Quando isso acontece, é sinal de que é muito, muito boa. Aconteceu com minha Dior Airflash e com a Teint Miracle, e ainda assim sempre senti que faltava alguma coisa. A Dior é leve, mas falta cobertura, a Teint Miracle cobre bem mas pesa um pouco… Enfim.

Vindo para Berlim comprei um frasco de Airflash no aeroporto. Usei só ela durante esses 3 meses. 3 meses e a base logicamente foi pro beleléu, primeiro porque são 3 meses e 60ml, segundo porque ela é em spray, então vai ainda mais rápido que uma base normal.

Dei um pulinho desesperado na Karstadt em busca de uma nova base e acabei na Laura Mercier. Fico curiosa quando a hype é grande, então fui direto na Silk Creme Foundation, a mais famosa delas. Testei na loja, gostei e levei para casa.

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A cobertura é tão alta que – para mim – dispensa corretivo. Ainda assim é a base mais leve que já usei. Talvez até mais que a Dior Airflash, e isso é muita coisa. A sensação é de pele quase sem nada, mas ainda assim devidamente corrigida e iluminada. Não consigo explicar mais que isso, mas é sem dúvidas a melhor base que já usei até hoje.

Tem algum lado ruim? Tem. O preço, para começo de conversa. É basicamente o mesmo de outras bases mais caras, como a própria Dior Airflash, D&G e Chanel. É chatinha de encontrar fora dos EUA e, por último, vem em pouquíssimos tons. O meu bateu exatamente, mas acho que isso não deve ser tão comum já que ela só vem em 8 tons e o meu é o penúltimo – ou seja, meu branco invernal é o penúltimo tom da linha.

Ainda assim, vale a pena. Já estou pensando no estoque que vai rolar antes de ir embora,  porque, por um bom tempo, não troco mais de base.

The Little Black Jacket

A jaqueta mais famosa da Chanel, aquela clássica preta básica, de tweed (que tal ver como ela é feita aqui?), virou exposição. Karl Lagerfeld – alguém aí sabia que ele é alemão? – fotografou dezenas de famosos usando a jaqueta, sob direção de Carine Roitfeld. A jaqueta foi revisitada (acho que isso nem é uma palavra hahaha mas não consigo achar tradução!) e adaptada a diversos conceitos, todos traduzidos por quem está usando. O resultado ficou incrível e não dá para perder.

1Anna Wintour, numa foto que achei sensacional, e a capa do livro com as fotos.

Fui ver a exposição esses dias, em Potsdamer Platz, aqui em Berlim. A entrada é gratuita, e não preciso nem dizer que vale muito a pena. Além de Berlim, cidades como Seoul, Paris, Sidney, Moscou, Londres, Hong Kong, Taipei, Nova York e Tóquio receberam ou ainda vão receber a exposição, e para conferir datas e lugares é só visitar o site. Agora, algumas de minhas fotos preferidas:

2 Alexa Chung e Alexandra Richards. As duas lindíssimas. Acho incrível como nem parece a mesma jaqueta.

3 Elisa Sednaoui, atriz francesa, e Vanessa Paradis, em duas fotos que estão entre as mais bonitas da exposição.

4 Charlotte Casiraghi, lindíssima, e Georgia Jagger.

5Natalia Vodianova e Milla Jovovich, deusas.

Além disso, Kanye West, Sarah Jessica Parker, Carine e Julia Roitfeld, Karolina Kurkova, Alexander Wang, Elle e Dakota Fanning, Sophia Coppola, Clemence Poesy e vários outros famosos foram clicados por Karl. A exposição é linda e fonte de inspiração para qualquer um. Saí de lá encantada, e com certeza volto antes de a exposição encerrar.

Quem estiver por perto, não deixe de conferir. Tudo bem que eu gosto de moda – e gosto de Chanel – quem não? – mas ainda assim foi uma das melhores exposições a que fui nos últimos tempos. Vale super a pena.

Meu site preferido

Se tivesse que escolher um site preferido, às vezes não sei se escolheria o meu! Hahaha tem tantas outras coisas que me inspiram que é difícil falar de todos que gosto, mas um deles é, sem dúvidas, meu preferido.

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O site, na verdade, é um Tumblr, e chama Grey. Nada de 50 Shades, no entanto. A dona é uma menina de 17 anos chamada Gael, e pelo que conversei com ela algumas vezes, acho que poderia ser minha irmã de outra mãe! O site reflete meu gosto pessoal, e é sempre pra lá que corro quando busco inspiração em alguma coisa, ou só umas músicas novas. (clique em Tunes – a seleção dela é incrííível e inclui de Diana Vickers a Neon Hitch, que já entraram para mim lista de preferidas).

O post hoje foi rapidinho porque tenho 1 zilhão de coisas para fazer. Então animem a segundona com novas músicas e boas imagens, que logo mais volto para postar alguma outra coisa (to sentindo saudades de escrever sobre homens hahaha quem sabe no próximo post!)